Crise hídrica do DF encarece verduras e legumes que chegam até o brasiliense

Preços do chuchu e do pepino,dobraram desde o início da seca, em maio deste ano

Por: Diego Tolentino

A crise nos reservatórios hídricos do Distrito Federal  vem afetando a agricultura: cultivo e consumo. Por causa da falta de água, pequenos e médios produtores reduzem a  lavoura e irrigação e, assim, perdem espaço para concorrentes de outros estados, que afetam o bolso do comprador. O encarecimento de alguns dos principais componentes da salada é a prova disso, os preços de alguns itens dobraram desde o início da seca.

O chuchu é o principal item da variação desde maio deste ano, quando se iniciou a estiagem no DF. O legume, à época, custava em média R$ 1,24 o quilo, segundo as Centrais de Abastecimento do DF (Ceasa). Porém, de acordo com o último levantamento, em setembro a  verdura estava cotada quase três vezes mais caro (alta de 175%), a R$ 3,42

Já o pepino,  apresenta a segunda maior variação desde maio. O legume, antes precificado em R$ 1/kg, custava, em setembro, R$ 2,24/kg . O alimento é seguido pelo quiabo, cujo preço pulou de R$ 3,48 para R$ 5,13 (alta de 47%).

O pepino está entre os produtos que mais sofre com a crise hídrica em Brasília

 

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