Senador Cristovam Buarque fará especie de caravana pelo Brasil

Senador do Distrito Federal ficará 120 dias afastado, fazendo uma especie de “Caravana” pelo Brasil
Por Luis H Andrade

Na tarde de ontem (07), o Senador Cristovam Buarque, do PPS-DF, anunciou que fará durante quatro meses uma espécie de “Caravana” pelo Brasil, para divulgar a sua “pré-candidatura”. O objetivo é verificar o clima para as eleições de 2018, porém, só como um “projeto”. Em entrevista para a Revista Plano Brasília, o senador falou sobre suas motivações com esse novo projeto:

Plano Brasilia: Por que a licença agora, no final do ano?

Cristovam Buarque: Minha licença deve começar dia 1º de dezembro e vai até março. São 120 dias. Esse período foi escolhido porque coincide com o recesso parlamentar e assim não estarei ausente de votações importantes deste ano.

Plano Brasilia: Por qual partido você pretende concorrer à presidência caso o PPS apoie o Luciano Huck, por exemplo?

Cristovam Buarque: Meu partido é o PPS. Se o meu partido quiser que eu seja candidato, eu serei. Se não quiser, eu não serei, porque o Congresso não apoiou, até hoje, meu projeto de reforma da Constituição, PEC 07/2012 que permitiria candidatura avulsa.

Plano Brasília: Quais alianças já foram firmadas?

Cristovam Buarque: Não me cabe agora fazer alianças. Elas serão feitas pelo PPS, para apoiar o nosso candidato, eu ou outro. Como Senador pelo DF, venho tentando construir alianças para compor uma chapa aqui. No lugar de aliança partidária, quero debater como o Brasil vai adquirir uma coesão social no presente e definir um rumo histórico para o futuro.

Plano Brasília: Quais serão os primeiros estados a serem visitados?

Cristovam Buarque: Só agora vou iniciar o roteiro, mas já tenho compromissos em Belém e em Porto Alegre.

Plano Brasilia: Fará campanha direta no Distrito Federal?

Cristovam Buarque: Não estou em campanha, como disse, nesse período quero rodar o Brasil – e também o DF, onde estão os que me elegeram – para conhecer as demandas dos brasileiros. Quero olhar os eleitores olho no olho.

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