TCDF dá prazo de três dias para SLU explicar contrato emergencial

O prazo é para explicar o por que do SLU  inabilitou a empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A do contrato para coleta de lixo em Brasília.

Por: Diego Tolentino

No chamamento emergencial feito pelo GDF para escolher a empresa responsável pelo serviço, a Cavo, controlada pela holding Estre Ambiental S/A, apresentou proposta de R$ 15.204.735,78. O valor ficou quase R$ 2 milhões abaixo dos R$ 17.131.497,50 cobrados pela Sustentare.

O SLU chegou a emitir um parecer técnico favorável à Cavo, mas depois de uma reavaliação da Procuradoria Jurídica, o órgão voltou atrás e desqualificou a companhia para a prestação do serviço.

A Cavo contestou a decisão tanto na Justiça quanto no TCDF. Na Corte de Contas, o relator do caso, conselheiro Paiva Martins, votou pela perda do objeto e o colega Inácio Magalhães pediu vista do processo. Mas na quinta-feira (25), Magalhães apresentou voto divergente, em que cobra explicações do SLU sobre supostas irregularidades no processo de chamamento emergencial.

Deixe sua resposta