TJ de Brasília afasta presidente de cooperativa de micro-ônibus investigada por propina

 Cootarde é alvo de operação que apura pagamento de propina em troca de liberação de veículos sem condição de transitar.

Por: Diego Tolentino

A Justiça de Brasília afastou a presidente da Cootarde, Marlene Francisca Alves Chagas, e outros sete gestores da cooperativa de ônibus na última sexta-feira (13). Marlene foi presa há duas semanas durante a operação checklist que investiga o esquema de pagamento de propina para auditores da Secretaria de Mobilidade em troca de liberação de veículos velhos e com defeitos.

Neste sábado (14), Marlene e o despachante Robson Medeiros de Morais, que trabalhava para a cooperativa, foram soltos após o prazo da prisão temporária ter vencido. O Ministério Público não chegou a pedir a manutenção da prisão deles.

A Cootarde opera em cinco regiões do DF e tem uma frota de 150 micro-ônibus.

A operação é realizada pela 2ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e a Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio Público (Decap), da Polícia Civil.

Frota de micro ônibus da Cootarde estão sendo investigadas.

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